quinta-feira, 30 de março de 2017

SÍMBOLOS DA PASCOA E SEUS SIGNIFICADOS

OVOS DE PASCOA

O ovo é considerado símbolo do nascimento e da vida. A relação com a Páscoa, comemorada pelos cristãos, está a partir da Ressurreição de Jesus Cristo, que representa a esperança de uma nova vida para toda a humanidade.

COELHO

O coelho tornou-se o símbolo mais popular da Páscoa. É que ele simboliza a Igreja que, pelo poder de cristo, é fecunda em sua missão de propagar a palavra de Deus a todos os povos.

CORDEIRO

O cordeiro é o símbolo mais antigo da Páscoa, é o símbolo da aliança feita entre deus e o povo judeu na páscoa da antiga lei.

CÍRIO PASCAL

É uma grande vela que se acende na igreja, no sábado de aleluia. Significa que "Cristo é a luz dos povos".
Nesta vela, estão gravadas as letras do alfabeto grego"alfa" e "ômega", que quer dizer: Deus é princípio e fim. Os algarismos do ano também são gravados no Círio Pascal.
O Círio Pascal simboliza o Cristo que ressurgiu das trevas para iluminar o nosso caminho.

GIRASSOL

O girassol é uma flor de cor amarela, formada por muitas pétalas, de tamanho geralmente grande. Tem esse nome porque está sempre voltado para o sol.
O girassol, como símbolo da páscoa, representa a busca da luz que é Cristo Jesus e, assim como ele segue o sol, os cristãos buscam em Cristo o caminho, a verdade e a vida.

PÃO E VINHO

Símbolos do corpo e do sangue de Cristo, o pão e o vinho constituem um dos símbolos pascais que representam a vida eterna associando, assim, à ressurreição de Jesus.

SINO

Muitas igrejas possuem sinos que ficam suspensos em torres e tocam para anunciar as celebrações. O sino é um símbolo da páscoa. No domingo de páscoa, tocando festivo, os sinos anunciam com alegria a celebração da ressurreição de cristo.

QUARESMA

Os 40 dias que precedem a Semana Santa são dedicados à preparação para a celebração. Na tradição judaica, havia 40 dias de resguardo do corpo em relação aos excessos, para rememorar os 40 anos passados no deserto.

ÓLEOS SANTOS

Os óleos simbolizam o Espírito Santo, aquele que nos dá força e energia para vivermos o evangelho de Jesus Cristo
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quarta-feira, 29 de março de 2017

"Quais são as Estações da Cruz e o que podemos aprender com elas?"


 "Quais são as Estações da Cruz e o que podemos aprender com elas?"
Resposta: 
As Estações da Cruz, também conhecidas como a Via Dolorosa, são uma narração das horas finais da vida de Jesus Cristo na terra que continua a oferecer convicção espiritual para cada cristão, assim como aplicação às nossas vidas. As Estações da Cruz servem como um lembrete austero da forma humilde em que Jesus estava disposto a colocar de lado qualquer privilégio da divindade a fim de fornecer um caminho para a salvação através do Seu sacrifício.

Existem várias versões amplamente aceitas que descrevem as últimas horas, uma sendo a bíblica e as outras sendo os relatos mais tradicionais dos eventos nas horas finais de Jesus. A forma tradicional das Estações da Cruz é a seguinte:

1. Jesus é condenado à morte.
2. Jesus recebe a sua cruz.
3. Jesus cai pela primeira vez.
4. Jesus encontra sua mãe Maria.
5. Simão de Cirene é forçado a carregar a cruz.
6. Verônica enxuga o sangue do rosto de Jesus.
7. Jesus cai pela segunda vez.
8. Jesus encontra as mulheres de Jerusalém.
9. Jesus cai pela terceira vez.
10. Jesus é despojado de suas vestes.
11. Jesus é pregado na cruz - a Crucificação.
12. Jesus morre na cruz.
13. O corpo de Jesus é retirado da cruz - a Deposição ou Lamentação.
14. O corpo de Jesus é colocado no sepulcro.
Na forma tradicional das Estações da Cruz, no entanto, as estações 3, 4, 6, 7 e 9 não são explicitamente bíblicas. Como resultado, o bíblico "Caminho da Cruz" foi desenvolvido. Abaixo estão as descrições bíblicas das 14 Estações da Cruz e a aplicação prática de cada uma.

1 Estação: Jesus no Monte das Oliveiras (Lucas 22:39-46).
Jesus orou no Monte das Oliveiras para que o Seu Pai tirasse o copo de sua mão que significava a sua morte na cruz; isso demonstrou a humanidade de Jesus (Lucas 22:39-46). Não é difícil imaginar quão grande foi a sua expectativa sobre os acontecimentos que estavam prestes a acontecer. Chega um momento na vida de todos os cristãos quando também devem escolher entre a vontade de Deus e a sua própria, e essa escolha, como a escolha de Jesus, mostra o nível de compromisso e obediência a Deus, bem como a verdadeira condição do coração. Embora Jesus estivesse ciente do destino que estava prestes a enfrentar quando orou no Monte das Oliveiras para que Deus alterasse os acontecimentos, a Sua oração foi que a vontade do Pai fosse feita independentemente do que o futuro estivesse a reservar para Ele. Mesmo pregado na cruz com a respiração de vida já se esgotando, Jesus ainda estava nos ensinando a importância da obediência à Palavra de Deus e a importância de confiar nele em qualquer situação.

2 Estação: Jesus é traído por Judas e preso (Lucas 22:47-48).
Judas não só se tornou um dos personagens históricos mais desprezados quando traiu Jesus, ele também se tornou um lembrete assombrador a todos os cristãos de que houve vezes em que têm caído na tentação do pecado. Para o cristão, tropeçar em pecado é como trair Aquele que deu a Sua vida por nós. Quão maior é a traição quando o pecado é um comportamento escolhido, deliberadamente afastando-se da convicção espiritual (Lucas 22:47-48)? Judas viveu com Jesus e sentou-se a Seus pés aprendendo com Ele durante anos. Entretanto, porque o seu coração não era verdadeiramente transformado pelo poder do Espírito Santo, ele caiu quando tentado por Satanás. Como crentes, somos instruídos a "examinar a nós mesmos" para ver se somos verdadeiramente da fé (2 Coríntios 13:5).

3 Estação: Jesus é condenado pelo Sinédrio (Lucas 22:66-71).
O conselho do Sinédrio, composto de setenta sacerdotes e escribas e um sumo sacerdote, exigiu que Pilatos executasse Jesus. Este incidente serve como um aviso para todos os cristãos a tomarem cuidado para não exaltarem a si mesmos quando hipocritamente julgando outras pessoas. O conhecimento bíblico e elevadas posições neste mundo ainda caem lamentavelmente longe da perfeição santa, e o pensamento orgulhoso pode facilmente causar a queda de até mesmo os mais piedosos entre os homens. A Bíblia nos ensina a respeitar posições de autoridade, mas no final das contas é a vontade de Deus e a Palavra de Deus que devem reinar em nossas vidas. Os cristãos são dotados de um batismo do Espírito Santo de Deus para confortar, ensinar e orientá-los em cada situação, permitindo-lhes tomar todas as decisões de acordo com a perfeita vontade de Deus, essencialmente negando a necessidade individual de líderes religiosos como o Sinédrio. A confiança do povo judeu na autoridade religiosa do Sinédrio causou a corrupção entre muitos dos seus sacerdotes e escribas, e quando Jesus começou a ensinar uma doutrina que enfraquecia essa autoridade, eles conspiraram contra Ele, no fim das contas exigindo a Sua crucificação pelo governo romano (Lucas 22:66-71).

4 Estação: Pedro nega Jesus (Lucas 22:54-62).
Quando Jesus foi preso, algumas das pessoas presentes naquele momento acusaram Pedro de ser um dos seguidores de Jesus (Lucas 22:54-62). Como anteriormente previsto por Jesus, Pedro negou conhecer Jesus três vezes. Pedro foi um discípulo amado e da confiança de Jesus, chegando a testemunhar de primeira mão muitos milagres e até mesmo a andar sobre a água com Jesus (Mateus 14:29-31). Mesmo assim, Pedro demonstrou a fraqueza da humanidade ao negar Jesus por medo de também ser preso. Cristãos de todo o mundo continuam a enfrentar perseguição e humilhação por parte dos descrentes na sociedade, de abuso verbal a espancamentos e morte. As pessoas talvez hipocritamente julguem Pedro pela sua negação de Jesus e seu medo do que os romanos fariam com ele se descobrissem a sua relação com Jesus, mas quantos cristãos podem dizer que nunca permaneceram em silêncio sobre a sua fé na face de discriminação, pública ou privada? Tal silêncio demonstra a fragilidade da humanidade. A fé de Pedro era uma fé imperfeita, principalmente por não ser habitado pelo Espírito Santo naquele momento. Após a vinda do Espírito em Pentecostes para viver no coração dos crentes (Atos 2), Pedro passou a ser um leão valente da fé, nunca mais temendo a proclamação do Seu Senhor.

5 Estação: Jesus é julgado por Pôncio Pilatos (Lucas 23:13-25).
De acordo com as normas legais de hoje, é improvável que Jesus teria sido condenado em qualquer tribunal, especialmente já que nenhuma verdadeira evidência contra Ele podia ser produzida. Pôncio Pilatos não pôde encontrar qualquer falha em nada que Jesus tinha feito e queria libertá-lo (Lucas 23:13-24), mas o Sinédrio exigiu que Pilatos ordenasse a Sua execução. O Sinédrio, que governava de acordo com a rigorosa Lei e tradição Mosaica, considerava Jesus uma grande ameaça à sua autoridade dominante sobre os judeus. Jesus ensinou às pessoas que a salvação era pela graça de Deus e não pela adesão aos muitos preceitos estabelecidos pelo Sinédrio, e tal ensinamento não só enfraquecia a autoridade dos líderes religiosos, mas também representava uma ameaça grave à sua subsistência. Ainda hoje, a mensagem da salvação pelo poder e escolha de Deus, não por nossos próprios esforços, é impopular. Os seres humanos em sua natureza decaída sempre querem alcançar a sua própria salvação, ou pelo menos contribuir de alguma forma, para que possamos reivindicar pelo menos uma parte da glória. Entretanto, a salvação é do Senhor, o qual não compartilha a Sua glória com ninguém (Isaías 42:8).

6 Estação: Jesus é açoitado e coroado com espinhos (Lucas 23:63-65).
A cura à qual essa passagem se refere é a cura espiritual, ou cura do pecado. O perdão do pecado, e a restauração ao favor de Deus, são frequentemente representados como um ato de cura. Mais de 500 anos antes de Maria dar à luz a Jesus, Isaías profetizou que Jesus seria ferido pelas nossas transgressões (Isaías 53:3-6) e moído pelas nossas iniquidades e que pelas Suas pisaduras seríamos curados.

7 Estação: Jesus toma a Sua cruz (Marcos 15:20).
Quando Jesus tomou a Sua cruz, Ele estava transportando mais do que madeira. Desconhecido aos muitos espectadores daquele dia, Jesus estava carregando os pecados da humanidade, enfrentando o castigo que aqueles pecados mereciam e sofrendo a favor da humanidade. Jesus nos exorta em Mateus 16:24: "Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me." Ele também revela que isso não é uma opção: "...e quem não toma a sua cruz, e não segue após mim, não é digno de mim" (Mateus 10:38). Tomar a nossa cruz, um instrumento de morte, significa morrer para nós mesmos a fim de vivermos como criaturas completamente novas (2 Coríntios 5:17) em serviço e obediência a Cristo. Isto significa render a Deus a nossa vontade, nossas afeições, nossas ambições e nossos desejos. Não devemos buscar a nossa própria felicidade como o objetivo supremo, mas estar dispostos a renunciar a tudo e dar a nossa vida também, se necessário.

8 Estação: Simão de Cirene ajuda Jesus a carregar a Sua cruz (Lucas 23:26).
Simão de Cirene talvez seja considerado uma vítima das circunstâncias. Ele provavelmente tinha vindo a Jerusalém para as festividades da Páscoa e provavelmente sabia muito pouco sobre o que estava a acontecer. Sabemos muito pouco sobre Simão de Cirene já que ele não é mencionado na Bíblia depois de ter ajudado a carregar a cruz em que Jesus seria pregado (Lucas 23:26). Ordenado a ajudar pelos soldados romanos, Simão não resistiu, provavelmente temendo por sua própria vida à luz da situação em mão. Ao contrário de Jesus, que carregou a cruz de bom grado, Simão de Cirene foi "obrigado" ou forçado a carregá-la. Como cristãos, devemos voluntariamente nos unir a Jesus em Seu sofrimento, como Paulo nos exorta: "Portanto, não se envergonhe de testemunhar do Senhor, nem de mim, que sou prisioneiro dele, mas suporte comigo os sofrimentos pelo evangelho, segundo o poder de Deus" (2 Timóteo 1:8).

9 Estação: Jesus encontra as mulheres de Jerusalém (Lucas 23:27-31).
Quando Jesus encontrou as mulheres chorando e alguns de Seus discípulos quando estava a caminho da Sua crucificação, Ele os advertiu a não chorarem por Ele, mas que a sua preocupação fosse por eles mesmos e pela vida dos seus filhos, considerando o mal crescente por toda Jerusalém (Lucas 23:27-31). Mesmo enquanto sofria uma grande dor e humilhação pessoal, a preocupação de Jesus não era consigo mesmo, mas pelas vidas e almas daqueles que enfrentavam o perigo da condenação eterna por causa do pecado em suas vidas. A mesma cautela é relevante aos cristãos de hoje, pois devemos ter cuidado em não permitir que as nossas preocupações deste mundo se tornem mais importantes do que a nossa devoção e obediência a Deus. Jesus disse: "O meu reino não é deste mundo" (João 18:36), e como cidadãos do céu, o nosso foco e atenção devem estar lá.

10 Estação: Jesus é crucificado (Lucas 23:33-47).
É difícil, mais de dois mil anos após o fato, imaginar o horror do momento enquanto aqueles mais próximos a Jesus foram obrigados a, sem poderem fazer nada, assistir as suas mãos e pés sendo pregados à madeira na qual respiraria pela última vez na forma humana (Lucas 23:44-46). Seus entes e discípulos queridos ainda não entendiam completamente o significado do que estava acontecendo naquele momento. Eles ainda não eram capazes de entender que esta obra perversa dos homens foi o resultado do propósito divino e planejamento para a salvação de todos os que creem em Cristo. Para nós hoje, "como escaparemos nós, se negligenciarmos tão grande salvação?" (Hebreus 2:3). "Não há salvação em nenhum outro, pois, debaixo do céu não há nenhum outro nome dado aos homens pelo qual devamos ser salvos" (Atos 4:12).

11 Estação: Jesus promete o Seu reino ao ladrão que crê (Lucas 23:43).
É possível que o ladrão sendo crucificado ao lado de Jesus tivesse sido capaz de compreender o conceito de que a vida não estava terminando para Jesus, mas que Ele estava transcendendo o mundo físico à eterna promessa da qual viera para prover para a humanidade. O ladrão se tornaria um dos primeiros a entrar no paraíso pela graça mediante a fé em Jesus Cristo (Efésios 2:8-9). Jesus disse ao ladrão que ele estaria no paraíso naquele mesmo dia com Ele, por ter aceitado e acreditado no Filho de Deus. Claramente, este é um exemplo de que uma pessoa é salva pela graça mediante a fé e não por obras, assim como aqueles que perseguiram e condenaram Jesus queriam que o povo acreditasse.

12 Estação
: Jesus na cruz fala com sua mãe e seus discípulos (Lucas 23:48-49).
Jesus, em Seu momento de morrer, ainda estava colocando as necessidades dos outros antes de Sua própria ao amorosamente confiar o cuidado de Sua mãe ao Seu discípulo amado, João (João 19:27). Toda a sua vida, incluindo a Sua morte, ensinou por exemplo que devemos colocar as necessidades de outras pessoas acima das nossas, sujeitando tudo à perfeita vontade de Deus. A disposição de permanecer na Sua Palavra e demonstrar com ações a sua disposição de fielmente sacrificar-se por outras pessoas mesmo à face da adversidade são características que definem a verdadeira vida cristã.

13 Estação: Jesus morre na cruz (Lucas 23:44-46).
No momento da morte de Jesus, o véu no templo que separava os homens do Santo dos Santos rasgou-se de alto a baixo. Isto foi terrível a todos os judeus que testemunharam o evento e que não sabiam que isso significava o fim da Antiga Aliança e o início da Nova Aliança. O homem não mais teria que sofrer a separação de Deus por causa do pecado, mas agora seria capaz de se aproximar do trono da graça com ousadia através da oração pelo perdão dos pecados. A vida e a morte sacrificial de Jesus haviam removido a barreira do pecado, tornando possível que o homem obtivesse a salvação pela graça.

14 Estação: Jesus é colocado no sepulcro (Lucas 23:50-54).
Depois de Jesus ter morrido e ser removido da cruz, Ele foi enterrado em um túmulo fornecido por um homem chamado José, da cidade judaica de Arimateia (Lucas 23:50-54). José também era um membro do Sinédrio, mas opôs-se ao julgamento e crucificação de Jesus. José secretamente acreditava que Jesus era o Messias segundo as Escrituras, mas temia as consequências de reconhecer publicamente a sua crença (João 19:38). Depois que Jesus morreu, José foi a Pilatos secretamente e pediu o corpo de Jesus a fim de fornecer um enterro apropriado.

O grande sacrifício de Jesus não só se tornou a expiação dos pecados do homem, mas também tornou-se a vitória que derrotaria a morte, a qual de qualquer outra forma teria sido o destino inevitável de todos os homens que nascem sob a maldição do pecado. O pecado carrega a sua própria penalidade inevitável, e essa penalidade é a morte. O nosso Criador é justo e correto e por isso exigiu que a penalidade pelo pecado fosse paga. Porque Deus é amoroso e misericordioso, assim como justo, Ele enviou o Seu Filho unigênito para pagar a pena pelos nossos pecados, sabendo que senão estaríamos condenados por toda a eternidade (João 3:16). O amor e a misericórdia de Deus são grandemente demonstrados pelas palavras de Jesus ainda pendurado na cruz, perto de morrer, quando pediu que Deus perdoasse aqueles que estavam matando-o em sua ignorância (Lucas 23:34). É fácil supor que a falta de vontade do homem de se render totalmente em obediência à Palavra de Deus e a lei seja resultado de sua falta de conhecimento e sabedoria. A ironia dessa conclusão é que a fatalidade produzida para Jesus na cruz se torna a fatalidade espiritual para aqueles incapazes de superar a mesma ignorância que ainda assola grande parte da humanidade hoje. O homem pecador que se recusa a aceitar o dom da salvação fornecido por Jesus pelo Seu sacrifício é certamente o produto da ignorância rebelde e pecado que separam um homem da sabedoria de Deus.

quinta-feira, 23 de março de 2017

atividades para catequese infantil tema: campanha da fraternidade 2017

Para desenvolver o tema da Campanha da Fraternidade 2017

 “Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida” e o lema “Cultivar e guardar a criação” (Gn 2.15) é necessário sondar das crianças o que elas sabem sobre o assunto, como elas cuidam da criação de Deus etc.
Para isso, podemos atingir o objetivo de uma maneira dinâmica. O catequista distribuirá uma sacola plástica (essas de  supermercado) e uma ficha com uma pergunta, o catequizando dobra a pergunta e coloca dentro da sacola plástica, em seguida enche a sacola e amarra.

Material utilizado: 
  • sacola
  • perguntas em tirinhas de papel
exemplos de perguntas:
  1. O que você faz para poupar água?
  2. O que você pode fazer para poupar energia elétrica?
  3. O que você pode fazer para diminuir a produção de lixo?
  4. O que você faz para colaborar com o meio ambiente?
  5. O que você mais gosta na natureza?
  6. Você se considera parte da natureza? Por quê?
  7. Qual a importância da água?
  8. Qual a importância da terra?
  9. Para você, qual é o maior problema ambiental?
  10. A pobreza é um problema ambiental? Por quê?
  11. A superpopulação urbana é um problema ambiental? Por quê?
  12. O que você pensa sobre pássaros em gaiolas?
  13. O que você pensa sobre consumismo?
  14. Como você se sente quando vê pessoas com má postura ambiental?
  15. Qual o lugar que você mais gosta de estar? Por quê?
  16. Pra você, quais as diferenças entre viver em uma cidade e no campo?
  17. Para você, por que é tão difícil mudar hábitos e atitudes?
  18. Você acha que a catequese ajuda com o meio ambiente?
  19. Você se preocupa com o meio ambiente? Por quê?
  20. Se Jesus Cristo voltasse hoje, o que diria sobre o mundo criado por Deus e dado a nós para cuidar?

O catequista coloca uma música bem legal e todos os catequizandos realizam a troca de sacolas jogando-os para cima. Não vale estourar as sacolas. Após a troca de sacolas todos sentam no chão em circulo com a sacola na mão. O primeiro catequizando abre a sacola plástica, tira a pergunta, escolhe um colega e faz a pergunta para o escolhido responder. A cada pergunta feita, o catequista junto com a turminha vai refletindo sobre as respostas.

 -No final da dinâmica, convidar as crianças a levar a sacola plástica e recolher materiais recicláveis, sugerir para colocar o material recolhido para coleta, ou o catequista providencia a entrega em algum local de recolhimento. O material também pode ser usado para a criação de brinquedos para seus catequizandos, como também pode ser doado para alguma creche, escola...




quinta-feira, 16 de março de 2017

importância da coroa de espinhos


O significado e importância da coroa de espinhos


 Após os julgamentos simulados e flagelação subsequente de Jesus, e antes de ser crucificado, os soldados romanos "tecendo uma coroa de espinhos, puseram-lha na cabeça e, na mão direita, um caniço; e, ajoelhando-se diante dele, o escarneciam, dizendo: Salve, rei dos judeus!" (Mateus 27:29, ver também João 19:2-5). Embora uma coroa de espinhos fosse extremamente dolorosa, ela tratou-se mais de uma zombaria do que de dor. Aqui estava o "Rei dos Judeus" sendo espancado, cuspido e insultado por, presumivelmente, soldados romanos de baixo nível. A coroa de espinhos foi a finalização de sua zombaria, tomando um símbolo de realeza e majestade, uma coroa, e transformando-a em algo doloroso e degradante.

Para os cristãos, a coroa de espinhos é um lembrete de duas coisas: (1) Jesus foi, e é, na verdade, um rei. Um dia, todo o universo vai se curvar a Jesus como o "Rei dos reis e Senhor dos senhores" (Apocalipse 19:16). O que os soldados romanos pretendiam como um escárnio era na verdade uma imagem de dois papéis de Cristo: primeiramente, do servo sofredor, (Isaías 53) e em segundo lugar, do conquistador Rei-Messias (Apocalipse 19). (2) Jesus estava disposto a suportar a dor, os insultos e a vergonha para o nosso benefício. A coroa de espinhos e o sofrimento que com ela veio já passaram há muito, e Jesus já recebeu a coroa de que é digno. "vemos, todavia, aquele que, por um pouco, tendo sido feito menor que os anjos, Jesus, por causa do sofrimento da morte, foi coroado de glória e de honra, para que, pela graça de Deus, provasse a morte por todo homem" (Hebreus 2:9, ênfase adicionada

quarta-feira, 15 de março de 2017

Dinâmicas infantis

O feitiço virou contra o feiticeiro 

Objetivos:
Ao mesmo tempo em que as pessoas se descontraem, observar a importância do respeito ao outro.

Material:
Papel e lápis para todos.

Como Fazer:
1- O coordenador da dinâmica explica que cada um terá que elaborar um mico para um dos companheiros do grupo.

2- Explica que tipo de coisas podem ser propostas.(ex: imitar algum animal, dançar, cantar...)

3- Uma vez escritas as provas, o líder recolherá os papéis e ira falar que o "o feitiço virou contra o feiticeiro" anunciará que foi modificado o regulamento do jogo, sendo que cada um terá que realizar a própria prova.


Observação:
O(a) catequista da dinâmica poderá substituir a realização das provas por uma análise de como cada um se sentiu ao saber que havia sido alterado o regulamento.
Explicar que não devemos desejar ao próximo o que não queremos para si mesmo.

Espero que gostem...

SÍMBOLOS DA PASCOA E SEUS SIGNIFICADOS

OVOS DE PASCOA O ovo é considerado símbolo do nascimento e da vida. A relação com a Páscoa, comemorada pelos cristãos, está a partir da...